sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A noite do reencontro


Depois de termos estado juntos de manhã e nos termos reencontrado após uma semana sem nos vermos, só desejava estar com a Gabriela. Naquele Domingo teria estado o dia todo com ela, se pudesse, mas como tal não foi possível por ter de levar a minha irmã a casa e almoçar com os meus pais, aproveitei e mal trouxe de novo a minha irmã (que por sorte vive ao lado da Gabriela), aproveitei logo e fui ter de novo com a Gabriela. O meu lugar já era ao lado dela e o meu dia organizado em função das oportunidades que tinha de a poder ver.


Quando ela entrou no meu carro o meu dia voltou a ser feliz e cheio. Beijei-a, aspirei o seu perfume tão doce que na minha memória perdurou durante aquela semana e da manhã daquele dia até àquele momento (eu adoro o cheiro da Gabriela e do perfume fresco que usa. A fragrância na pele dela é tão perfeita e tão apelativa ao meu nariz. Fico doido amor!). Não podia desejar melhor sorte do que ter a meu lado aquela mulher que mexia comigo, com quem eu partilhava tanto em comum e que me deslumbrava mais a cada dia que passava.


Fomos em direcção a um centro comercial ali perto. Estávamos com alguma fome e pareceu ser o local indicado por ser prático e por ter cinema, uma vez que tínhamos a ideia de ver um filme a seguir. Comemos prego e conversámos sobre tanta coisa, como se puséssemos em dia a conversa pendente daquela semana, embora tivéssemos falado todos os dias enquanto estivemos longe. Escutei-a entusiasmado, como já fizera antes quando estava com ela e pelo telefone. A Gabriela fala correctamente português, é rigorosa nas palavras e utiliza-as de forma cuidada. Talvez por força das leituras extensas que faz nos seus estudos, ou porque é mesmo assim. E eu gosto tanto.


Terminámos o jantar e percorremos o centro comercial de mão dada, observando as lojas. Eu estava a adorar andar de mão dada com ela. A primeira ocasião em que o fiz foi após o nosso amanhecer no miradouro e desde então que não quero outra coisa - sabe tão bem sentir a mão dela na minha e trocar carinhos com ela, é tão bom ter aquela mulher, que me fascina, a meu lado como minha parceira de passeio e companheira para tudo -.
A caminho do cinema desejei estar com ela longe dali. Não queria estar no meio daquele centro comercial, com mais pessoas. Apenas com ela e a noite estava tão boa que lhe perguntei se tinha mesmo vontade de ir ao cinema ou se queria antes ir passear. Sorriu e disse-me "vamos passear!". Mais uma vez cúmplices naquele momento, como que a ler o pensamento um do outro, partimos em direcção às ruas da cidade, vagueando os dois sem destino, hora ou local marcado...



Apenas nós os dois e é sempre tão bom assim!
Namorámos, passeámos, sorrimos, vimos montras, tropeçámos...
e eu cada vez mais encantado com a Gabriela.
Desejei que aquela noite nunca mais terminasse.

Gosto muito de ti amor <3


2 comentários:

  1. Foi tão engraçado. Quando me perguntaste se queria mesmo não sabia se me estavas a testar ou se tb não querias...não sabia!
    Felizmente também te apetecia ir passear e aproveitar uma noite linda ao ar livre do que irmos para uma sala escura ver um filme, no qual, provavelmente iria adormecer com o cansaço.

    Foi optimo o nosso passei pela Baixa. Fomos ainda a uma esplanada bem calma e com bom ambiente, mesmo apelativa onde conversámos e trocámos carinhos.

    Saí de lá às tuas cavalitas e custou tanto ter de ir novamente embora ao fim da noite e despedir-me de ti... <3

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  2. E a mim também meu amor. Eu não queria que a noite terminasse, como em tantas outras vezes. As despedidas são aquilo que mais me custa. Não é justo quando estamos tão bem um com o outro termos de nos ir embora! Adorei aquela noite e aquele reencontro após uma semana sem te ver. Anseio tanto pelo teu regresso. Tenho tantas saudades tuas <3

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Palpita de coração!