E as saudades apertam forte o peito, dão um nó no estômago e sufocam a garganta. Chegam a ser capazes de encher de tal maneira os nossos olhos de água e o nosso coração de amor que transbordam, olhos e coração sem que possamos controlar ou fazer algo para impedir.
Dói não poder tocar-te, é tortura haver sempre alguma coisa entre nós, a separar-nos. É duro não poder enrolar-me junto a ti e refugiar-me nos teus braços. Não poder fazer-te festinhas ou dar-te mimos, não poder olhar para ti nos olhos e sorrir-te como fazia. Não te poder encher de beijinhos e dar-te a mão...
Custou muito deixar-te só e ver-te partir, sem poder sequer olhar para trás, naquela quinta feira, mas teve de ser e agora só podemos pensar que, a cada dia que passa, é menos um que falta para voltarmos ao nosso lugar: um ao lado do outro, juntos! Temos de por as saudades e a falta de nós (que um faz ao outro) no lugar delas e mostrar-lhe que um amor não se vai assim abaixo, não se abala com a distância, nem com as saudades, nem com nada, se for verdadeiro.


Dói mesmo muito amor não poder estar contigo desde que vim embora, e sinto isso hoje mais do que nunca. Sei que temos de ser fortes e derrotar a distância e as saudades e é graças ao amor que tens por mim e que tenho por ti, materializado agora através das nossas palavras escritas e ouvidas, que consigo ultrapassar os dias. Obrigado pelos bebés meu amor, nem imaginas a importancia que têm para mim <3
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