Depois da tarde de domingo e do telemóvel entregue (ver aqui), ficou a vontade e esperança de voltar a ver a Gabriela. A cumplicidade existente entre nós, que nos aproximou naquela noite de sábado e tarde de domingo, cativou-me e não me permitia pensar em muitas mais coisas durante o dia, senão num novo encontro. O jeito dela, brincalhão e disponível naquela noite, as conversas com conteúdo que partilhámos, os gostos em comum, o sorriso e a beleza dela, o toque dela nas "massagens" que ela me havia feito a brincar, o brilho dos olhos dela quando falava comigo, a voz dela quando cantava músicas que eu conhecia e de que também gostava...tanta coisa dela que não me saía da cabeça! Tudo nela me começava a deslumbrar, sobretudo a maneira como nos tornámos mais próximos e o caricato da situação...e tudo de forma tão natural :). Havia entretanto um trabalho para o qual a Gabriela precisava de alguma ajuda, e eu tentei dar o meu contributo da melhor forma possível, uma vez que lido, profissionalmente, com aquela temática. Já em casa, na noite de domingo, envolvi-me com o trabalho e procurei formas de a ajudar naquela semana, rápidas e práticas pois a urgência na entrega assim exigia, e fui-lhe dando conta. A gratidão dela foi imediata e rapidamente apaixonei-me pela sua causa naquele trabalho. Caramba, cada coisa que ia conhecendo dela ainda me cativava mais (pensei eu) e por isso arrisquei e convidei-a para jantar...Não aceitou. Era normal, conhecíamo-nos há tão pouco. Mas a porta não se fechou e combinou-se um almoço numa esplanada perto da casa dela, na 4ª feira seguinte :).
E eu desejei poder avançar o tempo até aquele dia. Queria tanto estar com ela... (continua)
Oh meu amor, foste mesmo uma preciosa ajuda!
ResponderEliminarUm anjo, caido do céu!
E mal eu podia acreditar naquele convite...
<3